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Vereador dinâmico e inovador que prioriza trabalho transparente, com mediação e sustentabilidade. O mandato é embasado em argumentos e pareceres técnicos. Visa atender demandas coletivas da cidade de Campo Grande - MS.

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Cidadania
11/08/2017
Lei que institui Parada da Cidadania busca fortalecimento das garantias e do direito
Lei que institui Parada da Cidadania busca fortalecimento das garantias e do direito

 

 

O fortalecimento dos direitos humanos e da cidadania no município de Campo Grande. Este é o propósito do projeto de lei apresentado e aprovado na Câmara Municipal de Campo Grande, no dia 10 de agosto. Com respeito aos que votaram contrários, o autor da proposta vereador Eduardo Romero (Rede) destaca que não se trata de um embate religioso, mas, acima de tudo, o de que toda cidade é constituída por maiorias e minorias e que todos os cidadãos precisam ser respeitados em suas escolhas.

 

Em síntese, o projeto aprovado institui no calendário oficial do município de Campo Grande a ‘Parada da Cidadania LGBT e Show da Diversidade’, a ser comemorada anualmente no terceiro sábado do mês de setembro. Importante salientar que a Parada já e realizada desde 2002 na cidade e com a lei vai ganhar caráter oficial de calendário do município sem trazer prejuízos à programação já existente ou problemas ao orçamento público, uma vez que o executivo continua podendo auxiliar ou na financeiramente a realização do evento.

 

Eduardo Romero destaca que argumentos como retirada de verba da saúde, educação, segurança, entre outras áreas importantes para o bom andamento do município para investir no evento proposto são para desconstruir o real sentido da lei. Por erro, interpretação religiosa, preconceito ou desconhecimento, algumas pessoas se mostraram inicialmente contrárias, mas o objetivo é o fortalecimento das garantias de direitos humanos e da cidadania.

 

O autor da proposta, que teve ainda como coautor o vereador Valdir Gomes (PP), destaca que a lei não é para questionar comportamento ou opção de cada indivíduo, mas para que esta minoria seja inserida na luta por ações socais que visam combater e/ou discriminar as violações de direitos e violências acometidas em âmbito local, considerando os vários episódios de violências e crimes LGBTfóbicos.

 

‘A Lei não trata apenas de erguer bandeira, fazer um desfile pelas ruas da cidade ou concentração em uma praça. É também continuar garantindo o respeito, direito e discussão de políticas públicas. Quando fui eleito vereador por Campo Grande não escolhi segmento, embora cada parlamentar possa ter seu reduto eleitora bem definido. Quando coloquei meu nome para escolha na urna foi para mediar demandas da população. Mas respeito quem prefere segmentar como agente legislativo e também o cidadão que não concorda, afinal temos livre arbítrio para isto’, frisa Eduardo Romero.