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Vereador dinâmico e inovador que prioriza trabalho transparente, com mediação e sustentabilidade. O mandato é embasado em argumentos e pareceres técnicos. Visa atender demandas coletivas da cidade de Campo Grande - MS.

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Bate papo
18/08/2017
Frente Parlamentar discute os desafios da sustentabilidade e como o meio ambiente e a cultura camin
Frente Parlamentar discute os desafios da sustentabilidade e como o meio ambiente e a cultura camin

 

 
 
Na manhã desta sexta-feira, 18, ocorre no Centro de Educação Ambiental Imbirussú (CEA), o 1º Simpósio: Campo Grande – Meio Ambiente e Cultura- Saberes e Sabores – Trajetórias do Pantanal para a Capital. O evento reúne a comunidade local, estudantes e acadêmicos para uma oportunidade de discussão sobre o desafio da sustentabilidade e como o meio ambiente e a cultura caminham juntos.
 
 
Um dos convidados do simpósio é o coordenador nacional da Frente Parlamentar de Vereadores Ambientalistas, o vereador por Campo Grande, Eduardo Romero (Rede). Envolvido com as questões ambientais desde os 12 anos, o parlamentar apresenta o tema ‘Desafios da Sustentabilidade’. Ele explica que num primeiro momento é preciso entender o que significa a sustentabilidade, pois muitas pessoas ainda confundem com o conceito simplista de questões ambientais. ‘A sustentabilidade tem o conceito de dar condições de funcionar e se manter. E quando se fala da sustentabilidade ela entra na esfera ambiental, social e econômica’, explica.
 
 
No bate papo Eduardo Romero destaca que está sendo desconstruída a mentalidade de que meio ambiente preservado restringe a produção mundial de alimentos, inclusive porque novos conceitos de alimentação que resgatam os antigos saberes exigem padrões ambientais sustentáveis. Tais produções são denominadas como inteligentes, porque tem um melhor aproveitamento de espaço, e fazem integração com outras atividades como o turismo, por exemplo.
 
 
Como coordenador da Frente Parlamentar, Eduardo Romero tem promovido e participado de encontros, por exemplo, para elaboração da lei única para o Pantanal, que é um processo de médio e longo prazo que vai possibilitar desenvolvimento econômico no Mato Grosso do Sul e Mato Grosso sem penalizar quem nela mora. ‘É possível criar alternativas econômicas sem ser agressivo com o que ainda resta de preservado. É possível alternativas de uso, enquanto ocorre processo de recuperação de degradações’, explica.
 
 
Sobre participar do simpósio promovido no CEA Imbirussú, Eduardo Romero destaca que os ouvintes são de várias idades e escolaridades, que vão desde o ensino fundamental, universitário, professores, gestores públicos e comunidade. ‘Esta mistura de entendimentos é interessante porque os pequenos são multiplicadores e acabam levando para casa o aprendizado. Já os que possuem um pouco mais de conhecimento repassam informações e também aprendem novas didáticas de trabalho’, frisa.